segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Decisões tomadas em família, cria laços de pertença, permanentes. 31




Decisões

são tomadas após avaliações.



Toda decisão

gera consequências.



Portanto, antes de decidir

é necessário estar bem informado.



Ter estudado e pesquisado.



Após a decisão tomada

tem-se que conviver

com as consequências.



O que auxilia as avaliações

e geram as decisões

é a consciência.



A consciência

possui maturidade,

experiência e voz universal.



A consciência

é superior aos pensamentos.



A consciência

é referência por estar carregada

com os valores morais da verdade,

da coerência, da honestidade e da justiça.



Tomamos decisões certas

quando ouvimos a consciência.



Decisões

são tomadas

para tornar concreto

nossos possíveis e desejáveis sonhos.



Só poderemos ser felizes

com decisões concretas

para que a felicidade se concretize.



Que decisões devo tomar?

Aquelas que serão benéficas

e me trarão a paz;

aquelas que serão boas para mim

e para meus familiares.



Qualquer decisão

que prejudique alguém

deve ser avaliada

e levada para a consciência reavaliar

ou ajudar a ter a visão clara,

isenta de dúvidas.



A consciência

ajuda no discernimento.



Qualquer decisão

é ou será boa

se trouxer a paz para todos.



Quando é a paz

o objetivo maior,

uma porção

de pequenos problemas

desaparecem.



Quando a decisão

é de cunho egoísta,

sobrará o sofrimento

para alguém.



Quando a decisão

é de cunho egoísta,

o interesse egoísta

provocará desarmonia

e a frustração.



Toda decisão

traz consequências.



Vacilar e duvidar

geram insegurança.



Insegurança

não é boa conselheira.



Decisão madura

supõe maturidade e serenidade.



Maturidade

supõe responsabilidade.



Responsabilidade

significa aguentar firme

e resolutamente

as consequências.



Por isso, antes de decidir,

pense, repense, estude,

pesquise, pergunte, converse.



A decisão

é a expressão

da autenticidade do meu ser.



Nasce da profundidade

da minha personalidade.



Nasce lá onde sou livre,

desapegado

de qualquer interesse egoístico.



Decisão acertada

é aquela

que visa o bem

e a paz universal.



Para tanto,

a decisão deve ser tomada

em ambiente de paz e de silêncio.



Não tomarás uma decisão firme,

vigorosa, alegre e correta

se não estiver equilibrada,

em harmonia com todo o teu ser.



Não se toma decisões

em barzinhos,

na rua barulhenta,

em companhia de amigos exaltados,

com som alto.



É necessário

o silencio interno e externo.



Quantas decisões

tomadas em ambientes ruins

tiveram que ser retomadas depois.



Quantas decisões erradas

não puderam ser consertadas.



Toda decisão

carrega consequências,

boas ou ruins.



Quem toma decisão pode errar?

Sim, pode, mas quem não toma nenhuma decisão, está e continua errado.



Tomar decisão

é ter as mãos

no volante da própria vida.



Significa subir,

e subir significa trocar de marcha.



Trocamos de marcha

quando a subida exige mais esforço,

mais combustível, mais energia.



Tirar as mãos

do volante da própria vida

significa largar a vida ribanceira abaixo.



Tomamos decisões

quando decidimos melhorar.



Se decidimos melhorar

temos que planejar, fazer metas,

definir onde queremos chegar.



Se queremos ser felizes,

degraus existem.



Passos são necessários dar

naquela direção.



Para piorar

não precisa tomar

nenhuma decisão.



Permanecer estacionado,

acomodado,

não vai resolver nenhum problema

e não vai trazer nenhuma vitória.



Nas tomadas de decisões,

os primeiros passos são mais difíceis,

pois que estávamos estacionados.



Depois de embalar,

vamos ficando mais leves

e mais rápidos.



Como sabemos

que estamos tomando uma boa decisão?

Depende qual é a fonte consultada.



Se você não fez nenhuma consulta

é provável que a sua decisão

seja egoísta, individualista.



Como sei se é egoísta?

- Quando você não consulta nenhuma fonte externa firme, sólida, permanente.



Como existem fontes externas firmes,

há aquelas que são frágeis.



Há o perigo em se tomar decisões

a partir de modismo social,

da cultura reinante no momento histórico, em que se observa

a decadência da vida moral,

corrupção geral

e decadência dos valores absolutos

e até os valores da fidelidade

e a unidade familiar.



Não se constrói vida sólida

sem apoiar-se nos valores absolutos.



É necessário perguntar,

se a fonte pesquisada

para a legítima tomada de decisão, carregam valores de sabedoria

ou apenas de tendências sociais,

modismos passageiros?



A milenar sabedoria

é o critério seguro

para a tomada

de qualquer decisão.



A educação recebida dos pais,

a educação verdadeira ensinada

para distinguir o bem do mal,

aquele que ensinava

que um bem escolhido traz alegria

e a má escolha trará sofrimento,

permanece para sempre.



O que todos querem é viver bem.



A melhor decisão

vai nesta direção comum.



Que minha decisão

em escolher a melhor forma de viver

também seja de quem estiver comigo

neste mesmo barco.



De repente

aparece nosso perfil

pelas escolhas que fazemos.



Felizmente temos a oportunidade

de retomar o caminho.



Se deixamos o bom caminho

e escolhemos atalhos, e nos perdemos,

todos podemos,

pela liberdade

em tomar novas decisões,

voltar para o caminho certo.



De repente,

tuas novas decisões

podem reconstruir teus castelos de sonhos.



Se no passado

tuas decisões precipitadas

fizeram ruir

as paredes do teu castelo,

agora, de novo,

tuas decisões tomadas

em cima das lições apreendidas,

reconstruirás teus sonhos

com a solidez de material mais resistente.



Como sempre,

dificuldades aparecem

nos degraus da escada da evolução.



Juntos, unidos e unificados,

com novas decisões tomadas em família,  reconstruiremos nossas vidas.



Decisões tomadas juntos,

criam laços de pertença, permanentes.







Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 29/08/2016.




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domingo, 7 de agosto de 2016

A importância das letras e músicas do padre Zezinho na formação das crianças. 30


 A educação
é o investimento mais promissor
para que possamos mudar o mundo.
Nosso mundo pessoal
e o mundo que nos rodeia.


Ninguém espere, no futuro,
algo dos nossos filhos,
se não colocar sobre seus pés,
base firme e elementos sólidos,
capazes de suportar as variáveis
das quatro estações da vida:
primavera, verão, outono e inverno.


Quem tem filhos, espera deles,
grandes cidadãos, grandes personagens,
biografias honradas.


Mas algo deve ser feito, desde pequeno,
para que nossos filhos
sejam projetos potencialmente capazes
de efetuarem as mudanças necessárias.


Antes da obra, o projeto.



Para a construção de uma casa,
primeiro ela cresce para baixo,
para as raízes.
Colocam-se as fundações.
Depois a casa começa aparecer
e crescer para cima.


Convém buscar a perfeição
em todas as fases.


Convém visar solidez.


Convém investir nos bons materiais,
na dignidade, no bom, na justiça,
no que é correto e no bem comum a todos.
A paz é um bem comum, para todos.


Não se educa somente a mente.
Existe também a educação do coração,
do afeto, dos sentimentos.


Existe mais ainda,
existe também a educação do espírito,
do espiritual, daquilo que dá sentido
e orientação para a vida.


Pelo que tudo indica
temos um Pai no céu
e muitos irmãos, na Terra.


De repente também somos criadores,
colaborados na grande obra da Criação,
iniciada pelo Deus Criador.
Nós, pais e avós, somos sócios
no projeto da Criação.
Recebemos, por herança,
a paternidade e a maternidade,
atributos divinos.


Quem não deu, desde pequeno,
nenhum tipo de educação espiritual ou religiosa
para seus filhos,
irá defronta-se com muita dificuldade
para colocar limites
e ensinar sabedoria aos seus filhos ou netos,
ensinar respeito, aceitar hierarquias,
perceber a importância da obediência,
saber que existem regras
de relacionamento humano, 
reconhecer a dignidade
e a grandeza do ser humano,
entender o que é tolerância,
entender o que é respeitar
e ser respeitado.


 Sem educação espiritual ou religiosa
a criança cresce egoísta
e pode correr o risco
de permanece egoísta para sempre.


Basta ver quantas pessoas adultas,
imaturas e inconsequentes em suas escolhas
e atitudes.


Quantos adultos
escolhem um tipo de vida egoísta
durante a vida toda.
Só querem ser servidos.


 Filhos são de natureza humana,
bruta, a espera de acabamentos
na área ética, moral e espiritual,
projetos artísticos que são,
aguardando o momento ideal
para darem shows
e encantarem seus pais, avós,
parentes e amigos. 
 

Existe um princípio teológico,
espiritual, religioso que diz assim:
a graça aperfeiçoa a natureza.
Em outras palavras:
a educação espiritual ou religiosa
torna o humano mais perfeito.


 Uma pessoa aperfeiçoada entende,
compreende, respeita, perdoa, ama,
ajuda, colabora, compadece-se, sente,
chora diante das dificuldades dos outros,
alegra-se com as alegrias dos outros.
É um ser aberto.
Aberto a outros mundos:
o mundo espiritual,
o mundo de filho
do Deus Criador dos Céus e da Terra.


 Educados como filhos e como irmãos,
comportamo-nos como irmãos uns dos outros
e obedientes ao nosso Deus Criador,
que é nosso Pai que está nos céus.


 Quantos pais hoje,
por preconceitos ou ignorância,
até mesmo por rejeição escolhem
não batizar seus filhos.
Até aprovo esta atitude,
não porém antes de conhecer
o que é o Batismo e seus efeitos.
Tomam a decisão em nome dos filhos
baseando-se no que acham que é certo,
como se soubessem o que é a verdade
e onde ela se encontra.


Também outros
deixam de batizar seus filhos
porque acham que é algo ultrapassado,
que religião é algo do passado,
de povos não evoluídos,
ou por crendice,
ou opinião de terceiros.


 Só quem desconhece a existência
da dimensão espiritual, invisível
é que procede como materialista,
como se só existisse o mundo visível.


Curta visão, curta experiência,
curta cultura do mundo invisível.


 Quem batiza seu filho
o introduz num mundo infinito,
sem fronteiras, infinito e eterno.



Quem fala do Deus Pai para seus filhos
está lhe dando, desde pequeno,
alimento para a vida eterna.


 Quem não quer batizar seu filho,
prejudica-o, fecha-o no mundinho em que vive.


 Quem não vai ensinando seu filho a rezar,
desde pequeno, não conseguirá abrir-se
para o mundo invisível,
e permanecerá para sempre
no mundo das fronteiras e dos limites.
Não sonhará
e terá dificuldades para entender o Cosmo,
o Infinito, as estrelas, as constelações
e as Galáxias.


Só a Terra é muito pouco,
para nossos filhos.


 Introduza seu filho nos rituais,
nos mistérios, no mundo invisível,
no mundo das energias superiores
capazes de fazer-nos superar
os limites humanos.

 
 Todo pai e toda mãe deveria,
desde pequeno
ensinar o filho a rezar
a oração do Santo Anjo.
“Santo anjo do Senhor, meu zeloso guardador,
se a ti me confiou
a piedade divina sempre me proteja,
me guarde, me ilumine, amém”.


E esteja preparado para explicar
cada uma das palavras.


 Ensine também o sinal da Cruz:
“Em nome do Pai, do Filho
e do Espírito Santo”.


E prepare-se para explicar
o que significa o sinal da cruz.


 Prepare-se para dar explicações verdadeiras,
não mitológicas ou o que lhe vier à cabeça.
Leia, pergunte, pesquise e ensine direito,
para que teu ensino e tua palavra
sejam respeitadas e tenham peso de eternidade,
e você seja, mais tarde, admirado por seus filhos.
E eles serão agradecidos, por toda vida.



 Filhos educados
com referenciais permanentes e eternos
são seguros, mais equilibrados, mais maleáveis, menos rígidos, menos teimosos, mais mansos.
O diálogo é mais fácil e eficiente.
A teimosia se faz obediência.



 Coloque músicas do Padre Zézinho
para teu filho escutar,
antes de dormir ou durante o dia.
Cante em sua casa,
uma ou várias
entre as mais de mil e quinhentas músicas
que ele compôs.


 Nenhuma das músicas do Padre Zézinho
foram censuradas.
São sim, indicadas para ensinar,
para educar,
para sensibilizar e aperfeiçoar o caráter,
ensinar e embelezar os caminhos certos.



 Não dê chances para o azar
ou para o arrependimento
privando seu filho dos ensinamentos e poesias
que se aprende com as letras
e as músicas do Padre Zezinho.



 Seja um pai e uma mãe responsável,
que dá valores para seus filhos
e não cobras e escorpiões.



 Nenhum filho adulto dirá aos seus pais
que eles falharam em sua educação e formação,
se aprenderam alguma coisa substancial
através das músicas do Padre Zezinho.



 Tenho certeza
que muitos pais serão censurados
por seus filhos adultos
por teres omitido,
escondido ou recusado
a degustação das letras e músicas
do Padre Zezinho.


 O ensino e a aprendizagem
através de poesias, composições e músicas
são muito mais eficientes
do que aulas e palestras enfadonhas.
 


 A educação dos filhos
é a maior responsabilidade
dos pais e educadores.
A omissão nesta tarefa
é a maior de todas as irresponsabilidades
dos adultos nesta Terra.



 Resumindo,
o campo da educação é vasto:
abrange a verdade, a beleza e a bondade.
Só isso.




Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 07/08/2016.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Como tem sido a sua vida de casado(a)? Pode melhorar? 29



 

       Se não puder mudar o seu cônjuge, após várias tentativas para fazê-lo(a) perceber que deveria, aceite-o(a) como está.

 

Por quê? Porque poderia estar pior.

 

       O que o cônjuge mais quer na vida é um(a) companheiro(a).

 

       Para quê? Para estar junto, conviver juntos, partilhar juntos, dividir responsabilidades, ou assumir responsabilidades juntos, em iguais proporções, curtir juntos as alegrias e as conquistas. Mas também, carregar juntos as cargas pesadas, difíceis.

 

       O que a mulher mais anseia é ouvir elogios, agradecimentos e reconhecimento pela sua maneira de ser feminina, e, pelas suas atividades como rainha do lar. Não atender este fator importantíssimo na vida a dois, ocasionará esfriamento em outras áreas.

 

       A mulher possui características acentuadamente afetivas, diferente do homem, com características acentuadamente racionais.

 

Seja homem, elogie.

 

Seja homem, agradeça.

 

Seja mais homem ainda: acione a sua capacidade racional. Seja criativo. Encontre maneiras criativas, todos os dias para agradar a sua esposa, prevalentemente na dimensão afetiva.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 03/08/2016

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