Decisões
são tomadas após
avaliações.
Toda decisão
gera consequências.
Portanto, antes de
decidir
é necessário estar
bem informado.
Ter estudado e
pesquisado.
Após a decisão tomada
tem-se que conviver
com as consequências.
O que auxilia as
avaliações
e geram as decisões
é a consciência.
A consciência
possui maturidade,
experiência e voz
universal.
A consciência
é superior aos
pensamentos.
A consciência
é referência por
estar carregada
com os valores morais
da verdade,
da coerência, da
honestidade e da justiça.
Tomamos decisões
certas
quando ouvimos a
consciência.
Decisões
são tomadas
para tornar concreto
nossos possíveis e
desejáveis sonhos.
Só poderemos ser
felizes
com decisões
concretas
para que a felicidade
se concretize.
Que decisões devo
tomar?
Aquelas que serão
benéficas
e me trarão a paz;
aquelas que serão
boas para mim
e para meus
familiares.
Qualquer decisão
que prejudique alguém
deve ser avaliada
e levada para a
consciência reavaliar
ou ajudar a ter a visão
clara,
isenta de dúvidas.
A consciência
ajuda no
discernimento.
Qualquer decisão
é ou será boa
se trouxer a paz para
todos.
Quando é a paz
o objetivo maior,
uma porção
de pequenos problemas
desaparecem.
Quando a decisão
é de cunho egoísta,
sobrará o sofrimento
para alguém.
Quando a decisão
é de cunho egoísta,
o interesse egoísta
provocará desarmonia
e a frustração.
Toda decisão
traz consequências.
Vacilar e duvidar
geram insegurança.
Insegurança
não é boa conselheira.
Decisão madura
supõe maturidade e
serenidade.
Maturidade
supõe
responsabilidade.
Responsabilidade
significa aguentar
firme
e resolutamente
as consequências.
Por isso, antes de
decidir,
pense, repense,
estude,
pesquise, pergunte,
converse.
A decisão
é a expressão
da autenticidade do
meu ser.
Nasce da profundidade
da minha
personalidade.
Nasce lá onde sou
livre,
desapegado
de qualquer interesse
egoístico.
Decisão acertada
é aquela
que visa o bem
e a paz universal.
Para tanto,
a decisão deve ser
tomada
em ambiente de paz e
de silêncio.
Não tomarás uma
decisão firme,
vigorosa, alegre e
correta
se não estiver
equilibrada,
em harmonia com todo
o teu ser.
Não se toma decisões
em barzinhos,
na rua barulhenta,
em companhia de
amigos exaltados,
com som alto.
É necessário
o silencio interno e
externo.
Quantas decisões
tomadas em ambientes
ruins
tiveram que ser
retomadas depois.
Quantas decisões
erradas
não puderam ser
consertadas.
Toda decisão
carrega consequências,
boas ou ruins.
Quem toma decisão
pode errar?
Sim, pode, mas quem
não toma nenhuma decisão, está e continua errado.
Tomar decisão
é ter as mãos
no volante da própria
vida.
Significa subir,
e subir significa
trocar de marcha.
Trocamos de marcha
quando a subida exige
mais esforço,
mais combustível,
mais energia.
Tirar as mãos
do volante da própria
vida
significa largar a
vida ribanceira abaixo.
Tomamos decisões
quando decidimos
melhorar.
Se decidimos melhorar
temos que planejar,
fazer metas,
definir onde queremos
chegar.
Se queremos ser
felizes,
degraus existem.
Passos são
necessários dar
naquela direção.
Para piorar
não precisa tomar
nenhuma decisão.
Permanecer
estacionado,
acomodado,
não vai resolver
nenhum problema
e não vai trazer nenhuma
vitória.
Nas tomadas de
decisões,
os primeiros passos
são mais difíceis,
pois que estávamos
estacionados.
Depois de embalar,
vamos ficando mais
leves
e mais rápidos.
Como sabemos
que estamos tomando
uma boa decisão?
Depende qual é a
fonte consultada.
Se você não fez
nenhuma consulta
é provável que a sua
decisão
seja egoísta,
individualista.
Como sei se é
egoísta?
- Quando você não consulta
nenhuma fonte externa firme, sólida, permanente.
Como existem fontes
externas firmes,
há aquelas que são
frágeis.
Há o perigo em se
tomar decisões
a partir de modismo
social,
da cultura reinante
no momento histórico, em que se observa
a decadência da vida
moral,
corrupção geral
e decadência dos
valores absolutos
e até os valores da
fidelidade
e a unidade familiar.
Não se constrói vida
sólida
sem apoiar-se nos
valores absolutos.
É necessário
perguntar,
se a fonte pesquisada
para a legítima
tomada de decisão, carregam valores de sabedoria
ou apenas de tendências
sociais,
modismos passageiros?
A milenar sabedoria
é o critério seguro
para a tomada
de qualquer decisão.
A educação recebida
dos pais,
a educação verdadeira
ensinada
para distinguir o bem
do mal,
aquele que ensinava
que um bem escolhido
traz alegria
e a má escolha trará
sofrimento,
permanece para
sempre.
O que todos querem é
viver bem.
A melhor decisão
vai nesta direção
comum.
Que minha decisão
em escolher a melhor
forma de viver
também seja de quem
estiver comigo
neste mesmo barco.
De repente
aparece nosso perfil
pelas escolhas que
fazemos.
Felizmente temos a
oportunidade
de retomar o caminho.
Se deixamos o bom
caminho
e escolhemos atalhos,
e nos perdemos,
todos podemos,
pela liberdade
em tomar novas
decisões,
voltar para o caminho
certo.
De repente,
tuas novas decisões
podem reconstruir
teus castelos de sonhos.
Se no passado
tuas decisões precipitadas
fizeram ruir
as paredes do teu
castelo,
agora, de novo,
tuas decisões tomadas
em cima das lições apreendidas,
reconstruirás teus
sonhos
com a solidez de
material mais resistente.
Como sempre,
dificuldades aparecem
nos degraus da escada
da evolução.
Juntos, unidos e
unificados,
com novas decisões
tomadas em família, reconstruiremos
nossas vidas.
Decisões tomadas
juntos,
criam laços de
pertença, permanentes.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 29/08/2016.
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